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Timeout com Francisco

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FracoBom 

altDe Lisboa apanhámos o avião rumo à Ilha Terceira para falar com o Francisco Pacheco. Este jovem com 20 anos apita desde 2004 e sonha ser árbitro nacional.

Por duas vezes que falhou nos testes por pouco, mas não atira a toalha ao chão e contínua a lutar pelo seu objectivo. Francisco diz que viver numa ilha limita a sua evolução. O Planeta Basket deseja a este jovem árbitro imensas felicidades

Estiveste ligado de alguma outra forma à modalidade antes de te dedicares à arbitragem? Jogaste basquetebol e onde?
Não entrei no basquetebol directamente na arbitragem... Sim joguei um ano basquetebol em cadete no Angrabasket.

Porque te decidiste tornar arbitro? Quais foram os principais motivos?
Decidi tornar-me árbitro porque as primeiras vezes que foi apitando gostei da sensação de estar a apitar um jogo...  Embora nessas primeiras vezes fosse um bocado por "desporto".

Alguém te influenciou a enfrentares este desafio da arbitragem?
Sim. Foi influenciado por um amigo... Encarei o curso como uma brincadeira e com o passar dos tempos foi se tornando mais sério... Na altura tinha 14 anos.

Para ti, quais são as qualidades que um jovem árbitro deve ter para ser bem-sucedido?
Um árbitro jovem para mim para poder ser bem-sucedido deve saber ouvir os mais experientes... E ter uma grande ambição e gosto pela arbitragem.

Quais são os teus objectivos para esta “profissão” a longo prazo?
Os meus objectivos a longo prazo passam por ser árbitro nacional... Já tive essa oportunidade por duas vezes mas falhei por muito pouco.

Achas que viveres numa ilha pode ser um impedimento para se evoluir na arbitragem e ter objectivos mais ambiciosos?
Eu acho que sim... Viver num meio mais pequeno influencia sempre a nossa evolução na medida em que não temos oportunidade de estar frequentemente em contacto com as pessoas mais experientes e qualificadas do panorama nacional como sucede principalmente com associações como a de Lisboa e Porto, e o que naturalmente prejudica a nossa evolução em relação a árbitros jovens dessas associações.

Fazes algum tipo de análise após os jogos que apitas?
Sim... Normalmente aqui na Terceira a maioria dos nossos jogos são filmados e podemos ver que erros fazemos... E acho que é essencial na nossa evolução.

As tuas simpatias ou antipatias com pessoas que estão em campo, influenciam o teu trabalho?
Não. Acho que sei distinguir bem as coisas porque quando entro num pavilhão há os árbitros, os oficias de messa, treinadores e jogadores e não olho para uma pessoa individualmente.

O momento da tomada de decisão é instantâneo. Alguma vez sentiste que erraste, logo após ter apitado?
Sim já me aconteceu...

Como se sente um árbitro perante uma situação de dúvida, sobre um eventual erro que tenha cometido?
Eu acho que deve manter a concentração máxima porque se começar a pensar nesse erro já no jogo poderá errar muitas mais vezes e isso não será bom para o jogo.

Como lidas com situações de pais ou adeptos malcriados?
Embora por vezes me afecte um bocado... Tento abstrair-me o máximo possível par que possa fazer o meu trabalho da melhor maneira.

Qual foi o jogo mais difícil que apitaste?
Angrabasket B vs Juventude de Palmela... Fase final da CNB 2 época 2009/2010

Qual foi até hoje, o momento mais feliz da tua carreira, enquanto arbitro? E o mais infeliz?
Acho que até ao momento foi quando apitei o meu primeiro jogo da Série Açores... O mais infeliz foi quando há 3 anos em Mafra não passei á segunda fase do potenciais talentos por uma décima.

Para ti onde está o potencial de um árbitro?
Na sua capacidade de aguentar a pressão e na sua postura.

Qual a importância dos oficiais de mesa?
Os oficiais são essenciais a um jogo de basquetebol... Tanto no auxílio aos árbitros como também ao próprio jogo.

Na tua opinião, qual é o nível da arbitragem portuguesa?
Acho que o nível da arbitragem portuguesa está muito boa pela quantidade e qualidade dos árbitros internacionais que nós temos.

Os árbitros também "jogam" em equipa. Há algum colega com quem tenhas particular apreço em fazer dupla?
Um dos árbitros que tenho mais apreço em fazer jogos é o Nuno Capaz.

Quais são os teus ídolos portugueses?
Fernando Rocha, Luís Lopes e Carlos Santos.

Tens alguma referência a nível da arbitragem estrangeira?
Sim. O Dick Bavetta... Não tanto pela sua técnica visto que na NBA é um pouco diferente da europeia... Mas sim pelo seu gosto pela arbitragem já que aos 71 anos continua a apitar jogos de alto nível na NBA.

O que é que pensas do site Planeta Basket?
Eu acho que é um excelente site... Pois dá a hipótese a pessoas do país aparecerem sejam elas mais ou menos conhecidas.

O que pode ser melhorado na página dos árbitros?
Eu não acho que têm alguma coisa a melhorar visto que o que têm feito pela arbitragem nacional e pelos jovens tem sido excelente.

 

 


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