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Superar dificuldades

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Drible entre pneusPensar que existe apenas uma forma de ensinar minibásquete é um verdadeiro absurdo. Todas as formas de ensinar minibásquete, desde que se compreendam os objetivos aos quais o treinador se propôs, a lógica e coerência do seu trabalho

e o resultado em função dos objetivos definidos são seguramente válidas. Pensar doutro modo é, salvo melhor opinião, profundamente redutor.

Aliás se há universo em que as variáveis para se definirem formas de trabalhar é mais diversificado do que qualquer outro escalão é no minibásquete. As variáveis vão desde o número de crianças, com a qual se está a trabalhar, à idade, que vai dos 6 aos 12, até ao grau de evolução destas.

Sendo o minibásquete uma porta de entrada para novos praticantes, outra das dificuldades que se apresenta aos treinadores é terem de estar disponíveis durante toda a época para integrarem novas crianças. A situação mais difícil e complexa de todas, para qualquer treinador, tem a ver em muitos casos com a heterogeneidade do grupo com que se está a trabalhar.

No limite, há treinadores que tem de trabalhar em simultâneo com jovens, rapazes e raparigas com idades que vão dos 6/7 anos até aos 12 anos. Se a esta realidade juntarmos a situação em que alguns dos minis já tem alguns anos de prática e outros ainda estão a começar, decididamente que estamos perante um quadro difícil e complexo.

Contudo as dificuldades de alguns treinadores podem não ficar por aqui, pois para além da caracterização do grupo que tem pela frente, também tem de se saber em que condições trabalham. Por outras palavras, qual o espaço disponível para o treino, em que horários e quantas bolas e tabelas estão disponíveis. A que altura estão os cestos. Todas estas e outras variáveis condicionam os objetivos e a forma do trabalho a realizar.

O que me levou a escrever este artigo, foi a vontade de superar dificuldades e o brilhante post no facebook escrito pelo amigo Jorge Adelino, relativamente ao vídeo que aqui editamos. Sobre este vídeo escreve Jorge Adelino:

Tanta coisa que eu gostava de escrever como comentário destas imagens, mas acho que não o devo fazer. Não foram estas crianças que inventaram este exercício/brincadeira/jogo. Foi o seu TREINADOR. Um objetivo (um tema para treinar), uma reflexão (como posso trabalhar este tema com os meios ao dispor?), uma solução para exercitar. Depois repetir, corrigir e ajudar os praticantes a melhorar as suas capacidades.

Dim lights

Usar a imaginação, encontrar soluções motivantes e focar-se na solução e não no problema é o grande mérito deste treinador. No minibásquete, como para qualquer outra atividade de ensino, tecer considerações, sobre o trabalho dos outros, sem conhecer os objetivos e a realidade em que estes trabalham, é no mínimo intelectualmente desonesto.

 

 


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