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A estranha fé

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altO que não faltam são informações e alertas de grandes referências internacionais e nacionais sobre a importância da competição na formação desportiva. Muitas dessas referências já foram mencionadas nos meus artigos,

inclusive com citações, como por exemplo Martim Lee, Maurício Mondoni, Pablo Esper, Teotónio Lima, Mário Lemos, José Esteves, Jorge Araújo, Hermínio Barreto, Olimpio Coelho e muitos outros…

Apesar desses alertas de conceituados especialistas, há entre alguns agentes das actividades desportivas uma estranha fé, que com mais quadros competitivos formais, nomeadamente para os escalões mais novos, como por magia os problemas da formação desportiva, a qualidade dos treinadores, o aumento de praticantes, a visibilidade da modalidade a detecção de talentos, entre outros ficariam resolvidos.

Com um pouco de sorte, só pelo facto de haver quadros competitivos mais formalizados para os escalões mais novos, até os problemas dos horários escolares, dos espaços para treinos, das dificuldades dos clubes da interior do país ficariam resolvidos.

Como, se caso houvesse competições formais que possibilitassem encontrar campeões nacionais nos mais diferenciados escalões e idades, o nosso basquetebol melhoraria a olhos vistos. Curiosamente se olharmos para a evolução das provas nacionais organizadas pela federação verificamos que existe um enorme crescendo no número das competições nacionais e o que não falta, com base nos resultados da nassa selecção nacional de seniores, são vozes a dizer que o basquetebol se afundou por completo nos últimos anos. Contudo quando olhamos para as provas organizadas pela federação verificamos que estas cresceram de forma exponencial desde os anos 80 do século passado.

No início dos anos 80 eram realizadas pela federação regularmente 9 competições nacionais por época, actualmente a federação organiza entre taças campeonatos e torneios nacionais 23 competições mais 6 provas se levarmos em consideração as Festas dos Basquetebol Juvenil e a Festa do minibásquete. A competição é necessária, o problema reside o que queremos com a competição? Deve, com base no provérbio “De pequenino se torce o pepino” a competição do minibásquete ser idêntica aos escalões que antecedem as competições dos seniores?

Para dar resposta à pergunta formulada, não me esqueço do reparo que o Prof. Teotónio Lima, teve com o amigo António Lopes. Este era no início do século XXI responsável na federação, pelo departamento da comunicação. Para promover o recém reactivado Comité Nacional de Minibásquete, conseguiu publicar em vários jornais desportivos um “banner” com o ditado “Minibásquete de pequenino é que se torce o pepino…” Após o lúcido reparo do Prof Teotónio Lima, ambos o António e eu concordámos que este não seria o ditado mais adequado para promover o minibásquete.

 

 


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