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Desejo de servir a modalidade

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Humberto GomesNeste nosso regresso à tribuna do Planeta Basket, assumimos o compromisso de que, tendo como tema de fundo: "Dizer e/ou Fazer?!" - agindo como pensamos e pensando como agimos -, iremos aliar esse propósito ao conhecimento

e à credibilidade que a linha editorial deste espaço justifica e merece, contribuindo desinteressadamente, enquanto forma de estar com e para os outros, em estrito respeito para com os valores éticos fundamentais, como justiça, liberdade e responsabilidade.

Havíamos anunciado para hoje: "Dúvidas e/ou Certezas", numa área mais técnica. Contudo, porque perfeitamente atual e a justificar pronta e devida atenção, suscitou-nos vivo interesse a anunciada recandidatura à presidência da FPB do prof. Manuel Fernandes.

Daí, que tivéssemos rumado noutro sentido, e: Desejo de servir a modalidade!

Que é precisamente o que se apreende do manifesto eleitoral, em momento de recandidatura para o quadriénio 2018/2022.

Desejo de servir a modalidade, integrando naturalmente a postura dos restantes elementos que compõem os órgãos sociais, transversal às Associações Distritais que irão eleger a lista, em Assembleia marcada para o próximo dia 5 de Maio.

Expressa textualmente o prof. Manuel Fernandes, e citamos: "Com a única motivação e o desejo de servir a modalidade", anunciando e perspetivando que: "O basquetebol tem um enorme potencial para crescer e desenvolver-se. A sua concretização implica que todos percecionem que o caminho é focar a atenção para uma visão de conjunto, com os olhos e o pensamento virados para o futuro".

Concluindo, em síntese, neste seu manifesto: "Iremos manter o ciclo de mudança e de dinâmica que imprimimos nos últimos três anos e meio, assegurando e consolidando os processos alcançados e os projetos menos conseguidos, bem como abraçando novos desafios".

Reflexões e anúncios, na linha dos já produzidos, no momento da realização do Fórum Basquetebol Primeiro - Coimbra, Julho/2015 -, de que recordamos : "Estas sessões servem para aumentar a capacidade cooperativa da modalidade e mostram o objetivo da FPB em apostas na valorização da pluralidade e das visões diversificadas", tendo ainda oportunidade de, na ocasião, sublinhar : "Neste Fórum serão discutidos os temas mais relevantes do Basquetebol Nacional, nos quais a modalidade tem margem para crescer".

Quase três anos volvidos, e em função das conclusões publicadas, naturalmente que não caberá, aqui e agora, neste espaço o dissecar da sua implementação ou não. Para tanto, cada um dos agentes envolvidos, terá feito a sua análise e terá uma opinião fundamentada e oportunidade para a apresentar, em sede própria.

Pela nossa parte, apenas poderemos acrescentar que, convidado pela FPB a apresentar uma comunicação nesse mesmo Fórum, o fizemos, desenvolvendo o tema: "Que prática transformadora?". Que até hoje não terá merecido, por parte da FPB - estrutura técnica -, a atenção que o seu autor preconizava e que corresponderia às suas legítimas expetativas, e que democraticamente nos limitamos a constatar.

Limitar-nos-emos a expressar que, em função do muito que temos conversado com muitos companheiros treinadores, alguns de grande referência no panorama basquetebolístico nacional, há uma particularidade que, por mais volta que se queira dar, não é entendível: a circunstância dos "dtregionais dependerem, em exclusivo, das orientações dos respetivos presidentes de cada uma das Associações", acrescentando-se, palavras do dtnacional : "É uma questão política".

Já tivemos oportunidade de, há algum tempo a esta parte e nesta mesma tribuna, tecer o seguinte comentário: corresponderá isto a dizer que o dtnacional, na relação direta com as estruturas distritais, tem equipa (os dtregionais), mas não tem.. jogadores (!). Valerá por, logicamente, se perguntar: Que resultados poderá, então, a equipa (!) conseguir? É comumente observável que as funções dos dtregionais são em regime de part-time e, à vista desarmada, muito mais de natureza administrativa e/ou burocrática do que eminentemente técnica. Sem tirar nem pôr, sem medo das palavras e colocando os pontos nos ii. A bem dos resultados da equipa (!), correspondendo ao investimento que tem vindo a ser feito pela ENB/FPB e pelos próprios candidatos aos cursos de treinadores, vários já com qualificação de grau III.

Confiemos que a referência e o anúncio de que "iremos manter o ciclo de mudança e de dinâmica...", possa contemplar a alteração deste, a que se poderá designar : "estado de poder", aprisionado, afinal, por uns quantos para benefício exclusivo. Contrário, em tudo e por tudo, ao que deverá caracterizar o mais completo desporto de equipa: o basquetebol.

Louve-se, porque a propósito, o anunciar da ideia expressa, a completar agora quatro anos, pelo dtnacional . "Só encontraremos algum caminho com uma base de compromisso". Acrescentaríamos, funcionando como verdadeira equipa e com o desejo de servir.

Desejo de servir, curiosamente aliada da expressão/imagem de marca do movimento Rotary, como se sabe em favor de causas nobres: "Dar de Si Antes de Pensar em Si".

Restar-nos-á, por ora, desejar as maiores felicidades ao novo elenco diretivo e confiar na franca, assertiva e decisiva mudança, proporcionando o necessário crescimento e desenvolvimento da modalidade.

Regressaremos, a 10 de Maio com o tema, agora sim, de índole técnica: FBJ (Festa do Basquetebol Juvenil) : "Conhecer e praticar o jogo".

Então, até lá, e bom Basket!

 

 


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