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Longe das luzes da ribalta

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altLeio atentamente os artigos do companheiro Nuno Tavares com quem trabalhei, quando ele treinou o Belenenses. Aliás foi por sugestão sua que fui convidado a coordenar o minibásquete do Belenenses. Um dos artigos do Nuno que me chamou particularmente à atenção

foi “O Treinador Jovem na Formação”.

A determinado passo no artigo escreve o Nuno: “A formação dos nossos clubes tem nos seus treinadores a média de idades mais jovem que vi nos países todos que trabalhei, sendo que por vezes temos o caso de muitos treinadores a treinar o escalão de sub14 com apenas 6 ou 7 anos mais que os seus atletas.”

Se este é o panorama nos Sub-14 esta situação, como todos sabemos, agudiza-se no minibásquete. Contudo aqui e como o fundamental é a cativação e fidelização das crianças, prefiro ter um jovem que consiga grande empatia com as crianças, do que ter um treinador mais experiente, mas que tenha dificuldade em lidar com as crianças. É me seguramente mais fácil transmitir conteúdos técnicos, do que ensinar a lidar com os mais novinhos. O ideal é sem dúvida encontrar pessoas que tenham as duas valências.

Felizmente também conheço treinadores, se calhar mais treinadoras, do que treinadores experientes que sabem lidar com as crianças. Agora que se aproximam a passos largos as fases finais dos campeonatos nacionais dos Sub-14 e na sequência dos artigos anteriores quero uma vez mais relacionar os bons resultados alcançados neste escalão com o trabalho feito a montante no minibásquete, para elogiar a Gilda Alves e a Isabel Mendes. Outros treinadores(as) poderia aqui mencionar e se refiro apenas estas duas amigas é porque no ano passado elas estiveram a montante das boas prestações dos Sub-14 do CAB nos femininos e do CD Torres Novas no masculino. Com isto não quero beliscar minimamente os excelentes trabalhos realizados pelos treinadores dessas equipas a Fátima Freitas e o João Sousa. O que eu quero é reforçar a ideia, que ambos puderam fazer trabalhos magníficos, porque a montante alguém preparou os jovens que foram parar às suas mãos e que eles muito bem os continuaram a desenvolver.

Vou novamente estar atento às fases finais dos Sub-14, não para me limitar a observar o trabalho desta época, mas tentar perceber como foram formadas estas equipas e como surgiram estes jovens promissores que irão ser observados nas fases finais dos seus campeonatos.

Pelo vosso exemplo e dedicação obrigado Gilda e Isabel. Apesar da sua enorme experiência seguem, longe das luzes da ribalta, à risca o princípio do Prof. Teotónio de Lima de quem quer ensinar, tem de continuar a aprender. Não é por acaso que me cruzei com a Isabel no Clinic do Imortal  e com a Gilda no Clinic de minibásquete em Lisboa no Benfica. O mote é sempre a aprender.

 

 


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