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Aniversário da morte de José Henriques

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altUm ano depois de um desgostoso dia para os amantes do basquetebol português, Vítor Nogueira exprime os seus sentimentos “Naquela manhã de 04 de Março 2008 perdeu-se o top das referências da Bola ao cesto, aquele que apelido de Basquetebol ou melhor Bombasquetebol… a sua própria alcunha fundia-se na modalidade que serviu com paixão durante 40 anos, até ao último suspiro. Assim como o Sinatra é a Voz, o José Paiva Henriques é o Basquetebol!”.
 
José Manuel Lovrich Santos Paiva Henriques, nascido em Moçambique a 9 de Abril de 1947, viveu a sua vida ao som do basquetebol e do jornalismo, iniciando a sua carreira em 1973.
 
Passou pelas redacções de “O País” e o “Correio da Manhã”, trabalhando também como freelancer. Viveu a representar e liderar clubes como o Real Sociedade e Teal Discos em Moçambique, Sport Lisboa Oriental, Sporting Clube de Portugal, Grupo Desportivo Estoril Praia e Estoril Basket Clube, este último que presidia aquando do seu falecimento.
 
Ainda que se dedicasse de corpo e alma a estas duas ocupações, a sua verdadeira paixão eram as corridas e ralis de automóveis, actividade a que se dedicou também desde finais de anos sessenta até aos anos oitenta.
 
A sua antecipada partida tocou nos corações da sua família, dos seus amigos mais próximos, dos seus atletas, mas também de adversários e rivais que compareceram e deram as suas condolências.
 
Ao viver a sua vida de bons prazeres e diversão, rodeada de amigos e chalaças, importunada pelos seus problemas de saúde, o ‘nosso’ Zé Bomba acabou por não resistir, acabando por falecer na sua casa, com um ataque cardíaco, aos sessenta anos de idade.
 
Um ano depois relembramos a sua forte personalidade e tudo o que fez em nome do Basquetebol português. Obrigado Zé!

 

Comentários 

 
+2 #1 Fernando Donato 10-11-2010 12:32
Não podia de deixar de prestar a minha homenagem, também aqui, no Planeta Basket, ao Dirigente, Presidente, e sobretudo ao grande amigo, que foi para mim, o Zé Manel Paiva Henriques. Joguei em todos os clubes por onde passou, a seu convite, menos na Teal Discos em Moçambique. Elemento controverso por vezes praticava o dirigismo no Basquetebol como ninguém, Julgo que isto se devia ao gostar tanto da modalidade, que se confundia no dom de aliar o prazer de dirigir Basquetebol, com os sucessivos êxitos que ia tendo. Pena é que como todas as grandes personalidades, e sobretudo neste seu último clube, já não viu os resultados que o clube começou a ter, pois acabou por falecer antes de alcançado o sucesso. Deixou no entanto o seu legado, ao Vitor Nogueira, outro amante desta modalidade e que o acompanhou durante tantos anos. Desejo os maiores sucessos ao Estoril Basket, pois o Zé merecia, eo Vitor merece.
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