No artigo de 1 de Julho de 2025 “Ninguém faz nada sozinho” expressei 12 ideias que me guiaram no trabalho desenvolvido no CNMB a partir de Março de 2000.
Uma dessas linhas orientadoras aprendida com o companheiro Dimas Pinto diz, que temos sempre que pensar se temos dez anos de experiência ou um ano de experiência repetido dez vezes. Foi com base nesta ideia que o evento dedicado à memória do Prof. Mário Lemos foi evoluindo.
Depois dos três primeiros anos em que o Memorial foi realizado no modelo de grandes convívios, dois motivos levaram à sua primeira alteração. Primeiro motivo o patrocínio da PT tinha terminado, diminuindo substancialmente o orçamento para o minibásquete e o segundo foi uma primeira tentativa de dar resposta ao apelo feito pelas Associações em reuniões da direção técnica da FPB, que o CNMB devia promover uma atividade para os mais evoluídos e não apenas atividades de dinamização e divulgação do minibásquete.
Como expliquei no meu último artigo, salvo algumas exceções, a maioria das Associações não deu grande importância ao modelo apresentado para dar resposta à ideia de se fazer atividades para os mais evoluídos. Contudo ainda assim o novo figurino do Memorial ainda durou 10 anos e realizou-se nos seguintes concelhos:
- 2003 – IV Memorial Mário Lemos - Mangualde
- 2004 – V Memorial Mário Lemos - Vila Franca de Xira
- 2005 – VI Memorial Mário Lemos - Mangualde
- 2006 – VII Memorial Mário Lemos - Viana do Castelo
- 2007 – VIII Memorial Mário Lemos – Mangualde
- 2008 – IX Memorial Mário Lemos – Celorico de Basto
- 2009 – X Memorial Mário Lemos – Mangualde
- 2010 – XI Memorial Mário Lemos – Braga
- 2011 – XII Memorial Mário Lemos – Mangualde
- 2012 – XIII Memorial Mário Lemos – Mangualde
Aqui cabe explicar o motivo pelo qual o concelho de Mangualde, onde chegou a haver um clube muito ativo, aparece tantas vezes. Foi o General Hugo dos Santos primeiro presidente do CNMB, que estabeleceu contactos, que abriram as portas da câmara de Mangualde à realização do Memorial, concelho onde nasceu o Prof. Mário Lemos. Face ao desaparecimento do patrocínio da PT a realização do Memorial neste novo figurino só foi possível com o apoio e financiamento dos municípios envolvidos.
Outra das ideias enunciadas no artigo já mencionado, é que ninguém faz nada sozinho. Assim estes eventos, do ponto de vista logístico só foram possíveis com o envolvimento da Ana Freixo em Viana do Castelo, do José Gomes em Celorico de Basto e do Mário Batista em Braga. Finalmente do ponto de vista do enquadramento humano, na maioria destes eventos é imperioso falar da Ana Maria Freire, que a partir de 2002 assumiu o papel de vice-presidente do CNMB e do Sérgio Rosmaninho que desde a realização do 1º Jamboree do CNMB, passou a ser presença assídua em praticamente todos os eventos organizados pelo CNMB. Muitos mais nomes, que estão ligados à modalidade com alguma visibilidade, poderia eu aqui mencionar porque ninguém faz nada sozinho.






