Conhecimento ou (in) compreensão
 
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Conhecimento ou (in) compreensão

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Conhecimento ou (in) compreensãoProsseguindo neste ciclo de homenagem ao Luís do Ó, de acordo com o que anunciámos neste nosso (novo) regresso às lides do Planeta Basket, deixamos a ideia, no último artigo publicado em 24 de Fevereiro último, de que hoje,

porque dia 12 - número com que atuava o Luís do Ó - abordaríamos o tema "Conhecimento ou (in) compreensão".

Conhecimento

Com uma boa dose de pedagogia e em função da experiência vivida 'no terreno' (onde tudo acontece e se resolve) deixo-vos algumas pinceladas sobre as necessidades biológicas que dominam o nosso comportamento humano, seja na condição de treinador ou de outro agente desportivo.

No Desporto, e no basquetebol em particular, como na Vida, uma referência/âncora nos 'compromete' a levar em consideração esta ideia-pensamento de mestre - porque sábio! - Stephen Hawking: "O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas a ilusão do conhecimento".

No seu livro 'Ideologia e Prática', José Barata Moura, deixa-nos, a propósito, com: "O conhecimento nunca é desvendamento do real, por parte de uma consciência etérea, mas função totalizante de um ser concreto que o assume e protagoniza". Relacionado com o conhecimento, uma alusão à consciência: "A consciência é sempre consciência de alguma coisa, mas também consciência de alguém, isto é, de um ser determinadamente situado no mundo, o mesmo é dizer, num dado tempo e lugar".

Citação esta, a apelar para a memória, Memória, com base nas referências, que terá como consequência, a juzante, então, a consciência inserida no tempo e no espaço.

Na matriz deste mini 'ensaio' - o de satisfazer as necessidades biológicas do comportamento humano - implica outra (grande) referência, o trazermos ao palco dos acontecimentos - sem ruído nem holofotes acesos - mestre - porque sábio! - A. Maslow, quando distingue cinco níveis de necessidades humanas, a saber e escalonadas das mais baixas às de nível superior: 'Necessidades biológicas', 'De segurança', 'De afeto', 'De estima' e 'De autorrealização'.

Se a isto acrescentarmos que mesmo os gémeos verdadeiros, não obstante as semelhanças físicas, são sempre diferentes na sua personalidade, porque não há dois seres humanos iguais. Curiosamente, e porque a propósito, o nosso querido companheiro Luís do Ó, para além do primeiro dos filhos, o Luís - falecido tão precocemente - teve dois gémeos, o Filipe e o Mário. Que poderão, se instados, a testemunhar se sim, ou não, são diferentes, no pensar e sentir de modo diferente. Ainda se sim, ou não, têm comportamentos iguais, mesmo em idênticas circunstâncias.

Ou (in) compreensão

Como pedra angular, neste despretensioso mini 'ensaio', em presença das diferenças, qual deverá ser a nossa atitude mais assertiva?

É ou não recomendável que compreender e ser compreendido significará pormo-nos no lugar do outro - fenómeno empático -, talvez que a base essencial para uma melhor relação humana?

Sim ou não: A compreensão gera confiança e aproxima as pessoas?

Resolvida esta equação, teremos ou não 'matéria' suficiente para determinar se: Ou (in)...compreensão?

A finalizar este 'time out', valerá por reforçar que não será difícil admitir que a falta de consideração pelas ideias e argumentos dos outros, é responsável por boa dose dos conflitos interpessoais, nas vidas familiar e social.

E, porque, afinal, fomos forçados a 'prolongamento'..., ainda tempo para 'subir a defesa' e pressionar campo todo: Constituirá ou não um desafio permanente saber escutar, respeitando o direito à diferença?! Porque cada pessoa é um mundo complexo e, vezes quantas, manifestamente imprevisível?!

E, com vitória ou derrota, mas porque não é mais do que o resultado de um jogo, um pouco impulsionados pelo aforismo popular de que: "Presunção e água benta cada um toma a que a que quer", acenou-nos, atravessando o Atlântico, vindo da proximidade da 'Barra da Ti Juca', outra grande referência, mestre - porque sábio! - Ângelo Vargas: "Tudo é história, tudo é processo e, quando nos movimentamos, movimentamos mais do que a nós mesmos, ou seja, movimentamos também o tempo em vivemos e somos".

Até porque o sucesso não se compra, apenas se merece!

Voltaremos, na última 5ª feira, a 24 de Março, sugerindo o tema: "Como iremos estar de 'Festa do Basquetebol' /2022", a começar a 9 de Abril.

Com afeto, aquele abraço!

 

 


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