A história do drible P1
 
Faixa publicitária
Localização: HOME LENDAS MEMORIAS A história do drible P1

A história do drible P1

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Avaliação: / 1
FracoBom 

Apontamento sobre a história do drible - Parte IJá descrevemos anteriormente, o interessante facto de o Basquetebol ter surgido sem mencionar explicitamente a possibilidade de driblar. Esta técnica surgiu num momento posterior, fruto, aliás, como todas

ou praticamente todas as técnicas, da inventividade dos jogadores em situação de jogo informal ou formal.

Das primeiras vezes que ela foi utilizada parecia-se com um simples rolar a bola pelo chão indo buscá-la mais à frente. Um passe rolado para si próprio, dir-se-ia. Esta forma de agir, ainda que pouco usual acontece ainda por esses campos fora em situações de posses de bola indefinidas. As leis do jogo, como sabemos, regulamentam algumas das suas restrições. E tendem a legalizar a posteriori o que os jogadores tornam realidades no campo.

Os poderes vigentes em termos de regulamentação das leis do jogo, muitas vezes não sendo treinadores nem muito menos jogadores, tenderam no início da história desta modalidade desportiva a impor limites a essa técnica emergente. Veja-se, por exemplo, a limitação algo ridícula que impedia um jogador de finalizar se precedesse esse ato de drible.

Também já lembramos noutro escrito que uma das coisas que suscitaram o aparecimento do fenómeno associativo dos treinadores norte-americanos esteve na defesa da possibilidade de driblar contrariando as restrições de quem mandava na regulamentação do jogo. O pai dos treinadores de basquetebol, Forrest “Phog” Allen, esteve à frente dessa reivindicação sendo também o primeiro presidente da associação de treinadores norte-americanos de basquetebol.

Saltando para pormenores mais técnicos, nas décadas iniciais do século XX, anos 30 e mesmo 40, e ainda em pleno início da NBA, vemos nos filmes de época um drible muito “imberbe” - se usados os critérios de apreciação anacrónicos de hoje. A mão dominante era praticamente a única utilizada, mesmo nas mudanças de mão na direção contrária. E tudo isso era possível devido, afirmamos nós sem ter muito medo de errar, à distância que era concedida aos dribladores por quem realizava as ações defensiva.


Fim da parte I

 


Facebook Fronte Page

 
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária