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Questão cultural (vídeo)

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altEm 2003, num jogo de futebol Dinamarca x Irão, um jogador Iraniano, quase no final do segundo tempo confundiu um apito da claque com o do árbitro e pegou a bola com as mãos. O árbitro marcou penalti. A Dinamarca perdia de 1x 0.

O jogador Morten Hieghorst, após consultar o treinador da Dinamarca Holsen, chutou para fora. A Dinamarca perdeu por 1x0... Daí se começa a entender porque é que a Dinamarca é o país com menor corrupção no mundo. É de dar inveja, não?

Dim lights

Este exemplo, assim como o conhecimento da realidade da Islândia, que já por mais de uma vez escrevi deveria ser um “study-case” faz-me pensar quão influentes são as questões culturais para termos uma sociedade mais justa.

A ilha da Islândia tem do ponto de vista demográfico algumas semelhanças com a ilha da Madeira. Na Islândia vivem em números redondos 338 000 habitantes dos quais cerca de 125 mil vivem na capital em Reykiavik, na ilha da Madeira vivem 255.000 habitantes dos quais 112 mil vivem no concelho do Funchal.

Apesar de terem, como país, tão poucos habitantes e terem, ao contrário da Madeira, em termos climáticos, condições extremamente adversas a Islândia tem conseguido apurar-se para as fases finais dos campeonatos da Europa e do Mundo, no futebol, basquetebol e na sua modalidade mais expressiva de pavilhão o andebol.

Curiosamente há uma outra particularidade em que a Islândia, nas diversas modalidades, tem semelhanças com o basquetebol nacional, a falta de árbitros. Sabem quem arbitra sem grandes problemas, sem acusações de parcialidade, a maioria dos jogos de crianças nas diversas modalidades do futebol ao basquetebol: os pais.

Na Islândia os pais centram-se naquilo que é decisivo para os seus filhos, que eles estejam a crescer a evoluir, que joguem, esforcem-se por vencer e que se divirtam, o resultado é uma consequência não um objectivo seja a que preço for.

Aqui volto a uma das minhas frases preferidas, na formação desportiva o problema nunca são as crianças, são os adultos. Ainda no outro dia quando estava a ensinar um jovem a arbitrar um jogo de minibásquete, tive por parte dos minis, quer do ACD São João, quer do CDE Francisco Franco duas atitude de “fair-play” dignas de realce. Criemos em torno das crianças um ambiente salutar e certamente estas darão respostas que são exemplo para muitos adultos.

 

 


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