Amiense regresso ao bom caminho
 
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Amiense regresso ao bom caminho

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Amiense regresso ao bom caminhoFoi com enorme prazer, que no passado dia 1 de novembro reencontrei a Maria Branca ou Maria Tomás. Conheci a Maria em 2002 no Jamboree realizado na ilha Terceira por iniciativa do amigo José Fonseca.

Muitas foram os episódios, que ficaram na minha memória, resultantes dos jamborees e um dos mais engraçados, para não dizer dos mais embaraçosos, passa-se precisamente com a Maria. Contudo não é hoje que vou contar essa estória. Estas são estórias que se contam em privado.

Hoje quero falar acima de tudo do CD Amiense. Em Amiais o basquetebol, nomeadamente o feminino, depois de um período muito dinâmico, do qual resultaram alguns títulos regionais e jogadoras para a liga feminina como a Maria, que recentemente regressou aos campos, agora no Condeixa Basquetebol clube formado a partir do empenho do companheiro  Luís Gonçalves, entrou numa fase de quase desaparecimento.

Pelo que me foi narrado, por um dos atuais dirigentes do clube, Nelson Martins, foi a Maria que teve a iniciativa pegar nas pontas soltas e não deixar morrer o Amiense. Atualmente o clube está outra vez, com o envolvimento de muitos pais, com enorme dinâmica e no bom caminho. Pelo que pude assistir, no convívio em Amiais para o qual fui convidado, o número de minis desde o novo escalão dos Mini-6 aos Minis-10 é muito elevado.

Nesta revitalização do clube estão envolvidas várias caras que conheci durante os 16 anos em que fui responsável pelo minibásquete na FPB, como o Pedro Morgado, o Marco Aurélio, o Nuno Batista e o Nelson Moreira e desculpem-me se me esqueci de alguém. Estão de parabéns o CD Amiense e a AB Santarém pela clara aposta que estão a realizar no universo do minibásquete, a continuarem nesta trajetória, mais 3 ou 4 anos e os resultados irão certamente surgir.

A dinâmica do Amiense é a boa notícia, mas não deixa de conter um alerta que nos deve fazer a todos, que gostam da modalidade, pensar. Estes ciclos de empenho e quase desaparecimento do minibásquete são recorrentes em muitos clubes do país. Constituem um problema estrutural do minibásquete e consequentemente do basquetebol nacional. Estes mais de 20 anos, em que com muita atenção acompanho o universo do minibásquete, levam-me a dizer que são muito raros os projetos de minibásquete que tenham consistentemente continuidade.

O número de casos de clubes que tem oscilado entre períodos de grande empenhamento no minibásquete e um quase abandono deste escalão é demasiadamente elevado em Portugal. Eu tenho a minha avaliação e interpretação deste fenómeno. Contudo seria bom que houvesse quem estudasse este fenómeno, e a partir dai, apresentasse as causas e sugerisse ou apontasse caminhos para ajudar a resolver esta dificuldade estrutural, tão decisiva no crescimento da modalidade.

 

 


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